10 Comentários

  1. Bruno dos Santos Almeida

    Pessoal gostei muito deste podcast.Vocês leram meu comentário muito obrigado! Mas como usuário openSUSE achei que falaram muito pouco dele rs. Um detalhe que gostaria de salientar é que apesar da Novell não ser tão eficiente em manter o OpenSuse quanto a Red Hat com o Fedora. Estas duas companhias contribuem muito para o Kernel. Como disse no comentário do post anterior sou programador mas programo em .Net (estranho eu sei, usar linux e programar com tecnologia Microsoft). Parei de usar o Windows 8 simplesmente pelo fato ter enjoado. No momento que decidi mudar (sim sou um usuário novato) para o linux testei o Ubuntu e não gostei, sou fã do Fedora porém a versão com KDE dava muito erro na minha máquina, acabei optando pelo openSuse pela estabilidade com o KDE, não ocorre muitos erros.
    De resto continuem assim estão indo muito bem! Pessoalmente acho esta parte ficou melhor que a primeira!

    Responder
    1. Jonathan Beber

      Opa, tudo bem, Bruno? Obrigado pelo Feedback, ele é muito importante para nós.

      Quanto o OpenSUSE acredito que nenhum de nós tem muita experiência com ela e por isso passou batida, mas sua percepção foi muito válida, realmente é um sistema robusto e parte de uma empresa que além de um nome gigantesco tem várias contribuições para comunidade.

      Bom saber que você está migrando do Windows hahaha.

      Continue acompanhando e dando seu feedback, um abraço.

      Responder
  2. Emanoel

    E aí galera ta muito legal os podcasts, fica uma sugestão fazer um podcast sobre projetos futuros de opensource que vem por aí por exemplo Wayland,Mir,LLVM, Steam OS, Fedora.Next etc. Abraços

    Responder
    1. admin

      Bom dia Emanoel.

      Primeiramente, muito obrigado pelo feedback e também pelas sugestões. Alguns projetos desdes que você comentou já estavam em pautas futuras, e os demais acabaram de entrar na lista, muito bem colocado seu comentário.

      Abraços!

      Responder

  3. Muito bom o podcast , parabéns e vida longa.

    Sobre o primeiro podcast distro1 , Conectiva foi uma distro da qual nos brasileiros devemos nos orgulhar muito , principalmente porque ela foi a primeira voltada para servidores , inclusive com suporte , sempre me orgulho quando uso o Synaptic ( gerenciador de pacotes ) criado pela equipe Conectiva.
    Sobre o podcast distro2 , Venho usando o Linux Mint desde as primeiras versões , e na minha experiência de uso , pude perceber que o Mint rodando cinnamon . requer um hardware de mais qualidade , por isso discordo quando falas que o cinnamon esta mais instável , pois a versão atual com o Mint 17 Qiana foi a mais estável que usei. Como disse , infelizmente o cinnamon funciona melhor em certos conjuntos de hardwares.
    Por exemplo , o desempenho é muito melhor com placas mães intel do que asus.

    saudações a todos.

    Responder
    1. Jonathan Beber

      Opa, Alessandro, tudo certo??

      Com toda certeza tenho orgulho do Conectiva, ela rendeu muitos frutos, muito boa sua observação.

      Então, acho que erramos em não deixar claro que nenhum de nós utiliza ou utilizou o Cinnamon em Linux Mint, e sim, todos em Fedora, acredito que pela sua declaração o problema seja com o pacote no repositórios de nossa distro.

      Obrigado pelo seu feedback, ele é muito importante para gente.
      Um abraço.

      Responder

  4. Olá pessoal, mais um ótimo episódio! Obrigado pela menção novamente e desculpa ae pois não consegui tempo pra comentar na parte 1. Mas não tive tempo ainda nem pra responder os comentários do Hack ‘n’ Cast :D

    Como um overview sobre as principais distros creio que o assunto foi abordado corretamente e essa ideia de pegar uma por uma e fazer episódios a parte é algo que eu tenho o mesmo intuito de fazer no HnC, mas se quiserem alguém pra falar de Arch podem contar comigo. Vocês falaram também de desenvolvimento no GNU/Linux e linguagens, não sou nenhum desenvolvedor profissional, mas desenvolvo algumas coisas OpenSource/Free e creio que posso dar uma mão nesse assunto também.

    Agora alguns comentários/correções…

    [1] Quanto ao DristroWatch e como ele reconhece o sistema operacional da visita:
    Na verdade esse reconhecimento é feito utilizando a string “User-Agent” do cabeçalho do protocolo HTTP, um texto definido pelo Browser durante a sua instalação/compilação (Um pouco sobre user-agent aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/User_agent). E isso não é 100% confiável pois pode ser alterado (veja esse plugin: https://addons.mozilla.org/pt-br/firefox/addon/user-agent-switcher/) ou “preenchido incorretamente” pela “distro”, como acho que é o caso do Mint pois, até um tempo atrás (quando instalei o Mint para um colega), ele realmente era reconhecido pelo Ubuntu. Se quiserem confirmar seus User-Agents use o seguinte site: http://www.whatsmyuseragent.com/

    [2] Nome do YUM
    Vocês ficaram em dúvida quanto ao significado do YUM, ele realmente foi criado pelo Yellowdog e seu nome quer dizer ” Yellow-dog Updater Modified”.

    [3] Descontinuação da documentação em português na distro XYZ
    Só gostaria de adicionar que isso está ocorrendo também (já há algum tempo) no Arch Linux. Seu guia oficial de instalação (https://wiki.archlinux.org/index.php/Official_Installation_Guide_%28Portugu%C3%AAs%29) não está mais sendo “oficialmente mantido” por falta de colaboração da comunidade.

    [4] Gentoo e sua compilação
    Sim, é muito legal ter um SO compilado para seu PC, mas realmente o esforço não tem valido a pena. Entretanto, o Arch já é praticamente isso, já que ele é feito APENAS para a arquitetura x86 (32 e 64 bits). Ou seja, você tem todos os benefícios de um GNU/Linux compilado para sua arquitetura sem ter que compilar na mão. Esse é um dos grandes pontos do Arch e o porquê de muitos preferirem ele ao invés do Gentoo e do Slackware.

    [5] Arch em Servers
    Já tive um servidor com Arch. A ideia é instalar uma vez (e você já estará na frente de 90% das distros) e fazer somente as atualizações de segurança. Dessa forma você não precisa ficar se preocupando com versões de software. Além disso, hoje em dia a maioria dos ambientes de produção de aplicações utiliza o conceito de “ambientes virtuais” (não me refiro a Virtual Machines mas a instalações de ambientes completamente segmentadas das versões do sistema operacional) e especificações detalhadas (versão do Java, Python, Ruby e suas respectivas bibliotecas), dessa forma não precisamos nos preocupar com atualizações de sistema.

    [6] Instalação do Arch Quebrar com pacman -Suy
    Foi citado que é “comum” a quebra de uma instalação do Arch quando se atualiza muitas vezes, eu utilizei o arch por 3 anos e só precisei fazer a reinstalação uma única vez por motivos de documentação, e olha que passei pelas piores atualizações do Arch: http://mindbending.dev/preparem-se-irmaos-do-arch-linux e http://mindbending.dev/preparem-se-irmaos-do-arch-linux-parte-2

    [7] Feed do iTunes
    Na documentação do iTunes tem orientações para mover a origem do feed (veja a seção “Changing Your RSS Podcast Feed URL”): https://www.apple.com/itunes/podcasts/specs.html

    No mais é isso! Se precisarem de ajuda em qualquer coisa é só chamar, vocês sabem onde me encontrar :D

    Responder
  5. Clayton Magalhães Zanfolin

    Olá!

    Já venho escutando desde o primeiro episodio e desta vez resolvi comentar, sou usurário do openSUSE e das antigas, nem tinha openSUSE era só SUSE Linux, na sua versão 10, isto em 2006. Bem concordo que foi bem breve os comentários sobre o SUSE/openSUSE, mas pelo menos foi imparcial, em muitos sites e podcast a galera só fala mal, sendo que sequer usarão, tudo por conta do Yast ser gráfico e olha que se eles tivessem usado saberiam que no terminal também rola o Yast e super leve, seja local ou via ssh. agora quanto a uso no Brasil a um grande grupo que usa o SUSE é as Casas Bahia que é gigantesca, tenho certeza que tem uma perto de vocês e com SUSE Linux lá, já no exterior temos a argência espacial europeia que usa também SUSE Linux.

    Continuem assim que momento só elogios, claro como vocês virão gosto do SUSE e fiquei triste com o curto período no episodio, mais já valeu em muitos nem é citado.

    PS. Momento Historia, o SUSE e derivado do Slackware, sim, pois o Yast nasceu primeiro que o SUSE, tendo sido criado o Yast como uma ferramenta para o Slackware e posteriormente virou uma distro, se não me falha a memória 1994.

    Valeu e até!

    Responder

    1. Infelizmente não temos ninguém na equipe que conheça mais sobre o SUSE, por este motivo foi pouco discutido, preferirmos falar pouco a falar besteira. Porém nada impede de futuramente termos um convidado que conheça mais para falar sobre.

      Responder

  6. Parabéns Piratas pelos excelente projeto

    Sou usuário do Linux a cerca de quatro anos, utilizo sistema proprietário somente no trabalho. Inicialmente utilizei o Ubuntu, mas abandonei o sistema, pois a mudança para a nova interface (que não acostumei) com muitos pontos estranhos escondidos nas entrelinhas, como vocês disseram, a canonical está visando o lucro, atirando para todos os lados. Passei por Debian, Fedora, Mint e atualmente estou utilizando a distro Elementary OS pois se adequou perfeitamente com meu hardware, apesar de ser baseada no Ubuntu puro e liso.

    A facilidade que o Linux nos proporciona é interessante, podemos fazer inúmeras tarefas práticas com ou sem código, o que precisamos que levar o Linux para todas as faixas etárias, é necessário acabar com o dilema, o Linux é ruim de jogos(mentira), não tem o photoshop (mentira), não tem o corel (mentira de novo), tem tudo, só muda o nome, isso que falo para os leigos.

    Hoje temos muitas opções, é necessário testar e verificar a que mais o usuário se identifica.

    Sucesso!

    Fabrício – Analistati.com

    Responder

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Pode usar estas etiquetas HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>